quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Sobre a moda 1° parte


Gucci;
Chanel; Armani;
Calvin Klein; Valentino… PRADA:


VOGUE: Anna Wintor.

Moda. Passarela. Cores!


Eu acho que assim como você é o que você vivencia, o que come... Você é o que você veste. A roupa que você usa carrega a sua personalidade consigo. Isso é tão claro que a gente chega até a criar os rótulos: emo, rockeiro, hippie, playboy, patricinha, clouber, alternativo.
Estou longe de ser um ’entendedor’ da moda, mas eu adoro me vestir bem, assistir desfiles e reportagens sobre isso. E todo começo de ano é sempre a mesma programação aqui em casa: canal GNT. Assistir o Fashion Rio (de 11 à 16 de janeiro) e o São Paulo Fashion Week (de 17 à 23 de janeiro).
Esses eventos sempre acontecem em janeiro... Gisele Bündchen geralmente desfila para a Colcci; modelos e mais modelos famosas(os) mostram sua carinha nessa época do ano nas passarelas.
Vejo que moda é arte. Os estilistas geralmente têm sua inspiração para criar as roupas, há um pensamento, uma mensagem que querem mostrar ali no desfile, não é só consumismo. Há um trabalho com os tecidos e cores. Acredito que nem sempre a preocupação é fazer uma roupa que vá para as ruas. Aquilo funciona como uma exposição de artes plásticas.
Sei que há toda uma ditadura da beleza, o estereótipo do belo muitas vezes se forma ali. Designers, produtores de moda formam esse conceito. E muitas vezes essa preocupação com o visual cria um distúrbio nas pessoas, gerando bulimia, anorexia, alguns problemas como esses. Mas é uma preocupação com o magro que chega a ser doentio às vezes.
Sempre achei que não existe pessoa feia. Existe a mal arrumada e a desprovida de dinheiro. Essa última causa (falta de dinheiro) ainda é questionável. A pessoa pode ser arrumar muito bem, criar seu estilo, sem comprar roupas de marca.
Confesso que eu já tive esse desejo de ser modelo. Desejo. Nada que me levasse a tentar realizá-lo. Eu fui gordo boa parte da minha adolescência, a outra, a que continua, eu tenho alguns excessos de fofura (a famosa gordura localizada). A única coisa que eu poderia ter contado, para querer realizar essa vontade seria minha altura (1,83 cm). Mas acho que de qualquer maneira eu não teria talento para a coisa.
Sei que o modelo não tem que ser lindo/maravilhoso. Ele precisa ter uma beleza diferente. E eu sou tão comum. Não me encaixo nessa área. Nem que eu esforce muito. Então eu só consumo moda. A do meu dia-a-dia. Tanto me vestindo bem, como vendo programas (gnt fashion), ou os próprios desfiles como o SPFW, que é o maior evento de moda da América Latina.

Até o próximo ‘post’ sobre a moda.

Um comentário:

Natália disse...

Mais uma coisa em comum
O texto ficou otimo!
Parabens =D