quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Sobre tudo: nada!

O que fazer quando se tem muito a falar e, ao mesmo tempo, pouco a escrever sobre esse tudo que se pretendia expressar? Fazer um só ‘post` comentando tudo o que se é pretendido.

Primeiro – Fui ao cinema assistir Crepúsculo (Twilight). Eu já tinha lido o livro e me apaixonado com a história e fui conferir como tinha ficado a adaptação para a sétima arte.

Confesso que se eu for comparar com outras adaptações, como Harry Potter, Crepúsculo se saiu muito bem. O básico para entender a história (com suas continuações: Lua Nova, Eclipse e Breaking Down) estava ali, quem viu, entendeu sem ter necessidade de ter lido. Mas, como sempre, para quem leu faltou detalhes, minúcias, mas que davam o ‘charme’ da história: o romance entre Bella e Edward.

Uma das coisas mais legais do livro é aquele amor entre Bella, uma humana neurótica/normal, com Edward, sobrenaturalmente humano/vampiro/”bad guy”. E no livro esse romance se explica melhor, pelo dia-a-dia, com as manhãs que Bella acordava e ao sair de casa encontrava Edward a sua espera, para levá-la a escola. As longas conversas... O amor construído, que realmente não tinha lógica colocar no filme. Mas aí que eu acho interessante, mesmo quem já viu o filme, se gostou, vale a pena ler o livro para pegar essa essência. No filme a paixão aconteceu, no livro, houve o processo do amor.

Segundo – Maysa. Não sou expert nesse assunto, confesso que já tinha ouvido falar dessa cantora, mas nem sabia que gênero musical ela cantava... Mas sempre estarei aqui para falar, nem que seja um breve comentário, de uma grande produção da teledramaturgia.

Acho que o governo já ‘toma’ tanto dinheiro da gente, por meio de impostos e cia., rola tanto dinheiro em futebol, fórmula 1 (o que acho pura bobagem) que quando vejo uma grande produção como Maysa, não me importo com o dinheiro gasto, mesmo sabendo que tem milhões de brasileiros na maior miséria e todo esse discurso chato, porém realista, de que se gasta dinheiro em bobagem, invés de ser com saúde, educação...

É por razões óbvias que eu dou maior valor a tv/cinema/novela (sou aspirante a ator)... E a minissérie Maysa está com um puta elenco, excelente autor e diretor e me parece, até agora, com três dias de programa, que é um super enredo. Claro que há um ‘quê’ de dramaturgia, apesar da história da cantora já ser super conflitante.

A verdade é que a vida de todo mundo dava uma boa novela, minissérie, sitcom. Só a globo não percebeu ainda e fica inventando aquelas histórias banais e repetitivas.

Terceiro – Estive pensando, pensando... Sobre os valores humanos. Acho que versos poderiam transpor mais meus sentimentos, mas eles me faltam também. Sabe o que é? Estou achando que nasci numa época errada. Pegando uma ponte no último assunto... Maysa era a frente de seu tempo e eu sou atrasado no meu.

Drogas, pegação e cia. Não, não sou certinho. Estou longe disso. O certo me perturba, há um ‘quê’ de anormal nesse negócio de não sair da linha. Não sou “Caxias”, não ‘como’ livros (sou carnívoro mesmo), não consumo álcoois, nicotina e afins... Eu me considero normal. Considerava. Estou vendo que tenho um pensamento antiquado. E não pretendo mudar.

3 comentários:

.hugo rocha. disse...

estou gostando muito de Maysa também

pensando na sua reflexão, acho que sou o inverso. "nasci póstumo", como disse o grande nietzsche

Natália disse...

Adorei vc ter falado da serie, achei q era meio alienigena de ta assistindo, bom saber q tenho companhia
Voltaram meus impetos de ouvir " me ne quitte pas"- epoca q eu não podia ver presença de Anita- e tô adoranu!
Ah!E vicios todo mundo tem os seus, mas não se corrompa!

philippe_albuquerque disse...
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